O que é um terremoto

on sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Terremoto ou sismo são tremores bruscos e passageiros que acontecem na superfície da Terra causados por choques subterrâneos de placas rochosas da crosta terrestre a 300m abaixo do solo. Outros motivos considerados são deslocamentos de gases (principalmente metano) e atividades vulcânicas

Existem dois tipos de sismos: Os de origem natural e os induzidos.

A maioria dos sismos são de origem natural da Terra, chamados de sismos tectônicos. A força das placas tectônicas desliza sobre a astenosfera podendo afastar-se, colidir ou deslizar-se uma pela outra.

Com essas forças as rochas vão se alterando até seu ponto de elasticidade, após isso as rochas começam a se romper e libera uma energia acumulada durante o processo de elasticidade. A energia é liberada através de ondas sísmicas pela superfície e interior da Terra.

Calcula-se que 10% ou menos da energia de um sismo se reproduz por ondas sísmicas. Existem também sismos induzidos, que são compatíveis à ação antrópica. Originam-se de explosões, extração de minérios, de água ou fósseis, ou até mesmo por queda de edifícios; mas apresentam magnitudes bastante inferiores dos terremotos tectônicos.

As conseqüências de um terremoto são:
• Vibração do solo,
• Abertura de falhas,
• Deslizamento de terra,
• Tsunamis,
• Mudanças na rotação da Terra.

Além de efeitos prejudiciais ao homem como ferimentos, morte, prejuízos financeiros e sociais, desabamento de construções etc.

As regiões mais sujeitas a terremotos são regiões próximas às placas tectônicas como o oeste da América do Sul onde está localizada a placa de Nazca e a placa Sul-Americana; e nas regiões em que se forma novas placas como no oceano Pacífico onde se localiza o Cinturão de Fogo.

O comprimento de uma falha causada por um terremoto pode variar de centímetros a milhões de quilômetros como, por exemplo, a falha de San Andreas na Califórnia, Estados Unidos.

Só nos Estados Unidos acontecem cerca de 13 mil terremotos por ano que variam de aproximadamente 18 grandes terremotos e um terremoto gigante sendo que os demais são leves ou até mesmo despercebidos.

A escala mais usada para medir a grandeza dos terremotos é a do sismólogo Charles Francis Richter. Sua escala varia de 0 a 9 graus e calcula a energia liberada pelos tremores. Outra escala muito usada é a Mercalli-Sieberg, que mede os terremotos pela extensão dos danos. Essa escala se divide em 12 categorias de acordo com sua intensidade.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

Quando surgiu o isqueiro ?

Embora o hábito de fumar esteja cada vez mais diminuindo no mundo, a história do isqueiro começa durante o século XVI, quando este hábito começou a popularizar-se, surgiu a caixa de pederneira, que pode ser considerada o antepassado do isqueiro comum, equipado com pedra e roda de fricção.

Daí em diante e ao longo do tempo, dispositivos surpreendentes foram inventados para fazer fogo. Houve um projeto de isqueiro, operado eletricamente, com uma bateria que, ao ser inclinada, fechava-se um circuito elétrico, acendendo o pavio embebido em combustível líquido.

Esse tipo de isqueiro, também conhecido como "Lâmpada de Dobereiner", passou a ser bastante apreciado no ano de 1820. Além de seu acabamento sofisticado, apresentava a novidade de produzir a faísca de ignição quando se levantava a tampa do apagador. Naquela época, a maior parte dos engenhos eram grandes, pesados e muito complicados. Os isqueiros não fugiram à regra, nem seria exceção.

Incríveis e incômodos objetos produtores de chama foram colocados no mercado, e sempre com aceitação e procura.

Em Portugal, durante o regime do ditador Salazar, as pessoas precisavam de uma licença para o uso de isqueiros. Essa licença, um pequeno papel oficial emitido pelo governo, custava 10 escudos e deveria ser transportado pelo dono do isqueiro.

Em caso de falta da licença, o portador do isqueiro era multado em 250 escudos. Se este fosse funcionário do governo ou militar, a multa poderia ser elevada para 500 Escudos.

No Brasil do início do século passado, a maior parte dos produtos manufaturados vinha de fora. O isqueiro também era importado, e detinha uma certa fatia do mercado de chama, tendo, durante um bom tempo, obtido a preferência do público consumidor, este, quase sempre, de bom poder aquisitivo, visto que o custo dos famosos isqueiros Monopol, Ronson e outros mais variava sempre acima das possibilidades normais de compra do consumidor médio. Era elegante, na década de 50, pessoas usarem isqueiros importados pois isto lhes dava status.

Era a famosa época do bigodinho, dos vestidos "tomara-que-caia", dos cadillacs "rabo de peixe". Mas, não tardou muito para que o isqueiro assumisse seu lugar de direito, ou seja, o de um produto popular e não o de um objeto de luxo destinado a uma pequena minoria.

Nos últimos anos, o mercado recebeu de braços abertos um novo modelo de isqueiro, que veio revolucionar o mercado: o isqueiro descartável, sofisticado, prático, simples e jovem.

Fonte: wikipédia e http://www.swedishmatch.com.br